José Eduardo dos Santos é classificado negativamente no “Sobe e desce” do Jornal “Público”, porque Angola “impediu a entrada a 23 cidadãos portugueses na última semana”.
O texto que se lhe refere enfatiza o caso referindo que as “missões de charme” de Passos Coelho e Miguel Relvas não surtiram efeito junto do Governo de José Eduardo dos Santos.
“Estamos a fazer o que Portugal faz com os angolanos” é a argumentação usada por Luanda que o responsável do “Sobe e desce” entende ser reveladora de dislate.
E pimba! Seta para baixo”
Eu não tenho nenhuma simpatia especial por José Eduardo dos Santos. Mas na verdade também não simpatizo com o nosso ministro dos negócios estrangeiros, que apesar de tudo afirmou que os dois estados estão tratando do assunto ao nível de embaixadas.
Se Portugal, segundo o corpo da notícia, impediu a entrada de 21 angolanos, e Angola impediu a entrada de 23 portugueses, temos aqui um resultado muito equilibrado que devia dar também uma seta para baixo a Passos Coelho, já que sendo o nosso sistema semipresidencialista, o Presidente desta vez… safa-se.
Sim, pois é, existem as razões que motivaram ambas as atitudes. O referido jornal não explica e devia tê-lo feito… com a finalidade de reforçar a sua animosidade ao regime de Luanda.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Cavaco é igual ao Zé.

Cavaco Silva é o Presidente que mais se parece com o português comum, ganancioso, manhoso, mentiroso e burro.
Consegue ser mais ganancioso que um vulgar cidadão porque é formado, tem estudos que lhe dão vantagens, basta apreciar os seus sorrisinhos para se sentir que são forçados, são uma artimanha para atingir os fins desejados.
Nasceu em Boliqueime (terra que o há-de excomungar) esta espécie de extra-terrestre, mente compulsivamente e é mais bronco que um carroceiro dos antigos, a aspereza prejudica-o, logo é burro.
Dirão que é exagerada a declaração da parecença, eu digo que não, eu só disse que ele é parecido com a maioria, basta constatar que em Portugal são mais os que se abstêm que os que votam para validar a afirmação que faço inicialmente, deixemo-nos de afabilidades, já lá diz o ditado, a galinha da minha vizinha…
Bom Domingo, aliás, domingo.
Não se esqueçam de ir tomar o Sinhor.Imagem daqui: http://aespeciaria.blogspot.com/
Consegue ser mais ganancioso que um vulgar cidadão porque é formado, tem estudos que lhe dão vantagens, basta apreciar os seus sorrisinhos para se sentir que são forçados, são uma artimanha para atingir os fins desejados.
Nasceu em Boliqueime (terra que o há-de excomungar) esta espécie de extra-terrestre, mente compulsivamente e é mais bronco que um carroceiro dos antigos, a aspereza prejudica-o, logo é burro.
Dirão que é exagerada a declaração da parecença, eu digo que não, eu só disse que ele é parecido com a maioria, basta constatar que em Portugal são mais os que se abstêm que os que votam para validar a afirmação que faço inicialmente, deixemo-nos de afabilidades, já lá diz o ditado, a galinha da minha vizinha…
Bom Domingo, aliás, domingo.
Não se esqueçam de ir tomar o Sinhor.Imagem daqui: http://aespeciaria.blogspot.com/
sábado, 28 de janeiro de 2012
O Silva amuou
Nem os netinhos lhe arrancam um sorriso, não quer ir à net e anda de tampões nos ouvidos. Sair à rua? Só se for para ir ao funeral de alguém muito importante. Até os reformados madeirenses mandaram ajuda via CTT, não percebo, o Povo só quer ajudar, achará pouco? Fala-se já na monitorização do manhoso de Boliqueime, à solta é um perigo para ele próprio e para a corja que o rodeia, a velha feia deve estar uma bicha.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Acautelem-se Marcelos e Vitorinos
Manuel Carvalho da Silva
despede-se de secretário-geral da CGTP com um discurso de estadista, não fosse
ele comunista e, às tantas, seria condecorado por serviços prestados ao País e
aos Portugueses, acontece que na Presidência Portugal tem um beato manhoso que
se tem vindo a desonrar-se a si mesmo e à Pátria porque de forma alguma cede às
suas convicções.
Cavaco Silva desonrou-se quando, ainda antes do 25 de Abril de 1974, se pôs a jeito da pide, quando se juntou aos gatunos da SLN, quando não compareceu nas exéquias de José Saramago, o segundo dos dois únicos prémios Nobel de Portugal, continuou a desonrar-se com muitas intrigas políticas, finalizando com a triste representação da choraminguisse sobre as suas remunerações que indignou a maioria dos Portugueses, residentes e emigrantes, pois o espectáculo correu mundo.
Carvalho da Silva poderá ser o próximo Presidente da República Portuguesa, assim ele o queira, acautelem-se aqueles que há muitos anos têm vindo a “trabalhar a imagem”, terá o meu voto se decidir candidatar-se, se se apresentar como independente, mesmo recebendo depois o apoio do PCP, Carvalho da Silva ganha com uma perna às costas.
Cavaco Silva desonrou-se quando, ainda antes do 25 de Abril de 1974, se pôs a jeito da pide, quando se juntou aos gatunos da SLN, quando não compareceu nas exéquias de José Saramago, o segundo dos dois únicos prémios Nobel de Portugal, continuou a desonrar-se com muitas intrigas políticas, finalizando com a triste representação da choraminguisse sobre as suas remunerações que indignou a maioria dos Portugueses, residentes e emigrantes, pois o espectáculo correu mundo.
Carvalho da Silva poderá ser o próximo Presidente da República Portuguesa, assim ele o queira, acautelem-se aqueles que há muitos anos têm vindo a “trabalhar a imagem”, terá o meu voto se decidir candidatar-se, se se apresentar como independente, mesmo recebendo depois o apoio do PCP, Carvalho da Silva ganha com uma perna às costas.
O Estado a que chegamos
José Fresca morreu no parque de estacionamento do Hospital de Beja depois de, por duas vezes, ter pedido ajuda na urgência, Ministério Público dispensa autópsia logo não há inquérito.
Em França,
depois do aparecimento de cancro em várias mulheres portadoras dos implantes
mamários da marca “PIP”, o Ministério da Saúde alerta (com veemência) as
detentoras a deslocarem-se às unidades de saúde afim de substituírem as
próteses, por cá as autoridades de saúde pedem calma e aconselham as mulheres a
dirigirem-se aos médicos se sentirem algo de anormal.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
O regresso do macaco
Afivelando um ar muito consternado o “pivot” de serviço anuncia que morreram sozinhas mais duas velhotas. Um facto absolutamente corriqueiro, dado o modo como a função social do Estado trata estes assuntos, é apregoado com a única intenção de sensibilizar e conquistar audiências. Hipocrisia elevada à máxima potência, com a conivência de mandantes e executores sem qualquer sentido de solidariedade para com os seus semelhantes. O tempo que medeia entre a morte e o momento em que são descobertos os corpos é muito importante para esta gente: dois meses depois dá para preencher o noticiário de uma semana, um dia apenas, quando muito, só dá para o jornal das 13 e o das 20 horas.
Uma simples informação serve para desinformar, ou, o que é pior, deformar a mente das pessoas menos avisadas.
Até o macaco se apercebe disso!
Cretinos!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Cavaco envergonha Portugal
Ouvi dizer, a vários comentadores
políticos, que Cavaco Silva pensa só nele, que quis ser Presidente porque a
função lhe dá proveitos financeiros mesmo não recebendo a remuneração inerente à
tarefa que desempenha actualmente, basta imaginarmos quanto custa hoje aquilo
que vulgarmente se designa por cama, mesa e roupa lavada, mais carro, motorista,
combustível, telemóvel, e demais alcavalas, Medina Carreira foi mais comedido,
limitou-se a dizer que "ele é bom é calado".
Muitos não sabem, outros esquecem
propositadamente, que Cavaco Silva é o principal responsável pela falência a que
chegou Portugal, foi ele quem começou a desbaratar os milhões que iam chegando
da Europa, foi ele quem arruinou a agricultura e as pescas, foi ainda ele quem
engordou a máquina pública com, por razões eleitoralistas, aumentos aos
funcionários do Estado e atribuição de pensões aos que torturaram e matarem, os
agentes da pide.
Sem o beneplácito do manhoso de
Boliqueime Dias Loureiro não teria ganho o que roubou na Sociedade Lusa de
Negócios transformando o BPN num fardo que ainda não se sabe quanto acabará por
custar ao Estado, muitos dos que hoje têm em seu poder a maioria do dinheiro de
Portugal nunca o teriam sem a sua bênção.
Quanto às declarações que geraram toda
esta “tempestade” sou levado a pensar que Cavaco se limitou a desabafar a
tristeza de não poder adicionar ao seu pé-de-meia a retribuição que receberia se
não tivesse as pensões.
Entretanto os jornalistas portugueses da Euronews, já despedidos pelo actual Governo, continuam a cumprir a tarefa de informar e a bronca cavaquista é mostrada ao mundo várias vezes por hora.
Entretanto os jornalistas portugueses da Euronews, já despedidos pelo actual Governo, continuam a cumprir a tarefa de informar e a bronca cavaquista é mostrada ao mundo várias vezes por hora.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Carta ao cidadão presidente
Carta ao cidadão Presidente.
Creia, cidadão Presidente da República, que foi como uma facada, desferida no meu orgulhoso peito de português, que tomei conhecimento da sua confissão; de que a sua reforma não dá para cobrir suas despesas! Só lhe fica bem dizer republicanas verdades verdadinhas. Se o diz, quem sou eu para duvidar?!, é porque é assim mesmo. Aliás, vê-se bem que o cidadão presidente não tem engordado no desempenho da sua função. É porque passa dificuldades! Sim, porque não devemos duvidar de que um cidadão, Presidente da República Portuguesa, neste caso de todos os portugueses, não fala verdade.
A minha preocupação, para salvar a honra de Portugal, perante o Mundo, é tentar colaborar numa acção solidária, para evitar que o cidadão presidente vá para as filas do Banco da Fome e que todo o mundo saiba que Portugal não paga o suficiente para ter cama, mesa e roupa lavada! Não desespere. Tenha confiança na esperança de que, espontaneamente, Portugal, em peso, vai levantar-se para o ajudar. Não precisa de sair de casa. As provisões chegarão, discretamente, à cozinha. Se precisar de mesas e cadeiras é só dizer.
Só lhe peço, em troca, que não abra mais a boca. Não vá criar mais embaraços com a confissão de que ganha pouco e que Portugal é um país de tesos! Não. Conserve-se quietinho. Vá promulgando os decretos do Governo e deixe o tempo correr, que a maioria dos cidadãos abastados; os que tem mais de 200 euros de reforma, sempre lhe arranjarão algo para comer. Contudo, dentro do espírito de liberdade, conquistada pelo 25 de Abril, caso atinja o seu limite de sacrifício, até dizer basta, pode demitir-se e arranjar um lugar junto do Catroga. Quem sabe se depois aparecerá alguém que esteja disposto a ser Presidente a pagar e não sofrer o vexame de ser remunerado com uns trocados!
Esteja atento, porque no próximo peditório do Banco Alimentar, talvez haja um destinatário especial; Para Belém.
Creia que não será preciso uma estrela para guiar.
Atentamente
Silvino Taveira Machado Figueiredo
Cidadão da República Portuguesa
domingo, 22 de janeiro de 2012
Ainda mexe!
Uma vez por outra ainda vou espiar (é
o termo) o velho “Blogues do Leitor”. O aviso, colocado em rodapé,
ainda lá está pedindo que esperemos pelo novo espaço aberto à participação de
todos. O número de residentes “contratados” é que já subiu para dez!
Num deles,
com o título “Velocidade”, da autoria de Armando Fonseca Júnior, dedicado a
automóveis e desportos motorizados, fui encontrar o comentário de um velho
conhecido daquelas andanças, velhote simpático de 84 anos de idade.
Escreve
ele:
É SÓ PARA PERGUNTAR AO ADRIANO PEDRO E AO
DESCONTENTE, COMO VÁI PORTUGAL. EU COMO ESTOU NOS ESTADOS UNIDOS Á 56 ANOS
FEITOS NO PASSADO DIA 15, NÃO ESTOU APAR COM OS ACONTECIMENTOS. JÁ CHEGUEI AO
ANO 2012 QUE FAÇO 84 ANOS, COMO PODEM VER AINDA NÃO MORRI. ABRAÇOS Á MALTA AOS
GRANDES AMIGOS E AMIGAS, E AOS MEUS INIMIGOS. JMS GOD BLESS AMERICA.
Como se depreende
anda com saudades dos amigos e dos inimigos.
Não quis
deixar de responder, só para matar as minhas e as suas saudades.
APAR É UM TATU.
HÁ 56 ANOS (verbo
haver)Vai começar a chover mas não é para admirar. Estamos no Inverno.
Durindana
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
CGTP
Detesto a ingratidão e vou aos arames
quando vejo gentinha que hoje está mais ou menos bem de vida atirar-se à CGTP
como se a principal central sindical de Portugal fosse a razão do triste estado
a que chegou o mundo laboral do nosso país. O “lambebotismo” impera quando falta
calça para o rabo e vai-se a memória, esquece-se que se devem à CGTP a maioria
das regalias alcançadas pelos trabalhadores que agora são devolvidas de mão
beijada ao patronato.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ele continua a "garimpar"
José Manuel Fernandes, o jornalista despromovido de director de "O Público" quando alinhou na treta das escutas em Belém, continua a "garimpar".
Veio agora revelar que o anterior Governo se terá servido da "Lusa" para cobrir as eleições de 2009, "designadamente das actividades próximas do governo", censurável seria se a agência noticiosa de Portugal estivesse ao serviço do partido, "penso eu de que".
O Zé Manel não tem aparecido na pantalha, estará o Belmiro a tirar-lhe o tapete?
Um dia destes o amigo Passos de Massamá dá-lhe com um tacho.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Ano novo; uma prenda.
Ano novo; uma prenda.
Como é bom ter a ilusão
De que no tempo da nossa vida,
Cada ano novo é prenda querida,
Que nos dão.
A mim,
Cada ano novo que me dão,
-Como prenda -
Agrego aos velhos passados,
Que vivos em mim estão
E não pagam renda!
Cada ano novo, que me dão,
Tem 365 laços,
Que cada um em cada dia desfaço!
Quando chego ao último,
Rasgo o laço, papel e tudo,
Para ver da prenda seu conteúdo,
Só então é que vejo se o ano foi bom ou não
Enquanto à porta ouço doze pancadas;
É outro ano novo desejando -me boas entradas
E uma prenda me vem entregar,
Com 365 laços para deslaçar!
Todos os anos é assim
Junto o ano novo, como prenda,
Aos outros que vivem em mim!
Mantendo a ilusão;
Que boas são as prendas que me dão
sem delas pagar renda!
sem delas pagar renda!
………………….xxxxxxxxxx…………………….
Autor deste original e inédito:
Silvino Taveira Machado Figueiredo
(figas de saint pierre de lá-buraque)
Gondomar
domingo, 8 de janeiro de 2012
Um caso escolhido ao acaso
O Sr. Carlos Saraiva é um ser humano de rara sensibilidade. “Sensibilidade para as coisas da vida e a capacidade de antecipação das necessidades das pessoas”. Por isso entrou na promoção imobiliária e depois na hotelaria e creio que também na restauração. Segundo confessa, gostaria de ter sido astronauta mas acabou por ser engenheiro civil por acidente.
“Tirando o trabalho e a necessidade de pensar” não tem vícios. “Como extravagância guardo um bocadinho de tempo para mim e para poder estar com as pessoas de que gosto” -acrescenta.
Na entrevista concedida à “Hotéis & Viagens” confessa também que é uma pessoa calma, que aprecia a vida e gosta de olhar o céu. Não dá um passo maior do que a perna para não tropeçar ao mesmo tempo que avalia o Grupo CS em 500 milhões de Euros.
Toda esta informação e mais aquela que não vale a pena mencionar, se encontra à nossa disposição em diversos sítios da Internet. Pormenores do “íntimo” do Sr. Carlos Saraiva que não conhecia e que só por curiosidade fui procurar por ter visto no telejornal das 13 horas duas ou três dezenas de trabalhadores reivindicando salários em atraso.
Pelos visto a tal capacidade de antecipação que possui para adivinhar as necessidades das pessoas só diz respeito aos hóspedes dos “resorts” de luxo como por exemplo o CS de Vila do Golf - Beach & Golf Suites. Ou para os hóspedes do CS Salgados Grande Hotel onde desfrutam, dado a tal capacidade que possui, de piscina, jacuzzi, sauna, banho turco, duche de contraste, salas de massagem (talvez incluindo a tailandesa), ginásio e cabeleireiro.
Locais luxuosos, frequentados por pessoas com altos rendimentos, construídos por pessoas de muito baixo rendimento, a quem não pagam o preço do seu trabalho, aliás, única coisa que têm para vender. Os tijolos devem ter sido pagos! O cimento, a pedra, o ferro, o vidro e por certo o mármore das casas de banho também!
Leio por fim que “o Grupo Carlos Saraiva tenciona regularizar a situação até ao final de Janeiro pagando a fornecedores e trabalhadores, após desbloquear as verbas do plano de saneamento assinado pelo banco e a saída da construção, que motivou mais de 300 despedimentos”.
Considerando o apregoado humanismo do Sr. Saraiva, que gosta de olhar as estrelas no céu, não lhe seria possível, adiantar da sua conta corrente o dinheiro para pagar aos trabalhadores que contribuíram para o acumular do seu pecúlio? Caramba! é para o pão e o leite com que alimentam os filhos!
Pois é! Os culpados são os bancos que financiam não só aqueles que precisam de um teto para morar mas também aqueles que se lançam em grandes projetos, como o seu, Sr. Saraiva.Se os primeiros abrem falência, perdem a casa para o banco credor e os segundos, ao abrir falência, continuam a morar nas suas bela moradias e a viajar nos seus automóveis de gama alta.
Vá lá, Sr. Carlos Saraiva. Pague o que deve aos seus trabalhadores. Eles celebraram um contrato consigo (qualquer que ele tenha sido) e não com os bancos.
E se por acaso o plano de saneamento não fosse possível?
A.M.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Episódio infeliz e muito sujo
Eram cerca de 8 horas da manhã quando saí de casa. Todos os dias, antes
de sair, pego maquinalmente numa tangerina, minha fruta predileta, que vou
descascando devagar no caminho para o café do meu amigo Jorge. Vou acumulando
as cascas na palma da mão de modo que a peça esteja já descascada quando passo por
um caixote do lixo, daqueles que se costumam pendurar nos postes de sinalização,
onde as deposito.
Mas hoje, a casca da minha memória rompeu-se para deixar passar uma
anedota, muito curta, que o meu avô me contava. Faz parte do lote em que entram
um francês, um espanhol, um inglês e, como não podia deixar de ser, um português.
Tendo ido passear juntos pelo campo resolveram aliviar-se à sombra duma oliveira. Depois, enquanto puxavam as calças para cima e apertavam os cintos, diz o espanhol:
- Porque será que o português olha sempre para o que fez?
- É para ver se chega para vocês os três!
Porque,
Neste curto trajeto, uma senhora à minha frente, pelo passeio, conduzia a trote, pela trela, o seu cãozinho de estimação. De vez em quando, o cachorro estacava para dar uma cheirada e logo partia novamente acartando a dona atrás de si. A certa altura parou, farejou e agachou-se. A dama aguardou pacientemente que o seu “mais que tudo” depositasse no passeio os resíduos da última digestão e quando o cão, já aliviado, esticava a trela para partir em nova desfilada, ela segurou-o firmemente e ficou olhando longamente para o montinho de trampa.
Nessa altura, já eu passava por eles. Não me contive e perguntei:
- Tem ténia?
A.M.
Mas hoje, a casca da minha memória rompeu-se para deixar passar uma
anedota, muito curta, que o meu avô me contava. Faz parte do lote em que entram
um francês, um espanhol, um inglês e, como não podia deixar de ser, um português.
Tendo ido passear juntos pelo campo resolveram aliviar-se à sombra duma oliveira. Depois, enquanto puxavam as calças para cima e apertavam os cintos, diz o espanhol:
- Porque será que o português olha sempre para o que fez?
- É para ver se chega para vocês os três!
Porque,
Neste curto trajeto, uma senhora à minha frente, pelo passeio, conduzia a trote, pela trela, o seu cãozinho de estimação. De vez em quando, o cachorro estacava para dar uma cheirada e logo partia novamente acartando a dona atrás de si. A certa altura parou, farejou e agachou-se. A dama aguardou pacientemente que o seu “mais que tudo” depositasse no passeio os resíduos da última digestão e quando o cão, já aliviado, esticava a trela para partir em nova desfilada, ela segurou-o firmemente e ficou olhando longamente para o montinho de trampa.
Nessa altura, já eu passava por eles. Não me contive e perguntei:
- Tem ténia?
A.M.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Passaram oito anos!
Quando na segunda metade de 2003 fiz o primeiro comentário no malogrado “Desabafe Connosco”, espaço que o JN disponibilizou numa das suas páginas eletrónicas, logo um usuário do dito me apelidou de burro. Não fiquei ofendido. Nadica de nada.
Tempos atrás tinha lido em “A vida íntima das palavras” do linguista brasileiro Deonísio da Silva, que o escritor (também brasileiro) João Gilberto Rodrigues da Cunha, num dos seus romances, tecia considerações sobre o burro. Dizia ele: “Burro é inteligente. Aprende ligeiro, sabe que seu dono é o patrão, que vai levá-lo para boa água e bom pasto, se cumpriu a sua obrigação. Mas é igual gente, tem manhas, gosta ou desgosta das pessoas e coisas, e mostra isso no comportamento: com cavaleiro estranho ou antipático, ele empaca, dá rabichada, endurece o queixo e, se leva esporadas, sai riçando a perna do coitado em lasca de aroeira ou fio de arame farpado”.
Por isso resolvi, no registo dos comentários que fui fazendo passar a classificá-los, como referência de arquivo, do termo “Burro”. No princípio de janeiro de 2004 já ia no “Burro 69”.
Escrevi então:
Por mais que tente não consigo livrar-me dos americanos e dos americanistas. Abro o jornal ou a televisão e aí estão eles debitando sentenças tentando insuflar-nos a sua cultura, corrigindo os nossos erros, determinando os nossos caminhos. Até pela boca do meu neto:
- Ó vô, vamos ali comer um “big mac”!
Tenho dois amigos americanos, que conheci num curso de eletrónica que tirei na Holanda, que são duas máquinas que muito estimo. São muito diferentes. Um pensa como o John, só com a diferença que se cala quando perde a razão. Ao outro, que faz as mesmas críticas que eu faço sobre a influência americana na vida de outros povos, perguntei-lhe um dia:
- Ouve cá ó Miles, também te chamam antiamericano?
Riu-se. Conheço muito mais americanistas . Ele é o Luís Delgado, o Ribeiro Ferreira, a Mary, o John, um senhor que sabe tudo e agora não me lembro o nome, e claro, antes que me esqueça, o nosso Primeiro-ministro. Ainda não consegui determinar quem são os mais ferrenhos. Sem querer ofender ninguém diria mesmo: - entre uns e outros venha o diabo e escolha!
Ora vejam lá que, por acaso, só por acaso, penso eu, alguém resolveu organizar um congresso de psicologia ou qualquer coisa assim. Por coincidência foi convidada uma senhora norte-americana (que sina a minha) que dá pelo nome de Elisabeth Loftus, como especialista em deteção, não de minas, mas de mentiras. Uma espécie de detetor com saias. E quando se julgava que só vinha participar no congresso, eis que é convidada para ir a tribunal explicar as metodologias que devem ser utilizadas para determinar se as crianças vítimas de pedofilia estão ou não a falar verdade.
Sei muito bem que ainda não conseguimos vencer esta nossa pecha de considerarmos que tudo o que vem do estrangeiro é melhor, mas neste caso acho que passaram as marcas. A manigância para tentar baralhar o jogo e desacreditar o processo “Casa Pia” ficou bem à vista.
E os patrocinadores deste evento também!
A.M.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Aumento de santidade
Na questão da produtividade
a igreja veio à liça,
e para aumentar a santidade
aumentou meia-hora à missa!
Os crentes,
mais tempo de pé,
e também de joelhos,
vêem aumentar sua fé
e chegarem a mais velhos,
fartinhos de trabalhar
e de rezar,
mas é assim, neste penar,
de trabalhar mais e menos receber
para o céu alcançar,
até que alguém mande quem manda .oder!
............xxxxxxxx...............
FigasAbraço
a igreja veio à liça,
e para aumentar a santidade
aumentou meia-hora à missa!
Os crentes,
mais tempo de pé,
e também de joelhos,
vêem aumentar sua fé
e chegarem a mais velhos,
fartinhos de trabalhar
e de rezar,
mas é assim, neste penar,
de trabalhar mais e menos receber
para o céu alcançar,
até que alguém mande quem manda .oder!
............xxxxxxxx...............
FigasAbraço
"Soares dos Santos muda acções na Jerónimo Martins para a Holanda"
Será que terá lata para continuar a mandar bitaites na tv?
A Somague já está em Espanha, ouvi dizer que a Media Capital e as empresas do Belmiro também já estão de malas aviadas.
Tudo gente muito bem mandada, grandes patriotas, emigram.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Trocaram-se cravos por relvas.
O ano que acabou levou com ele o que restava das conquistas de Abril, tenho fé no Povo e quero crer que saberá voltar a revoltar-se.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Mau chão.
Não
estranho o vandalismo sobre os aparelhos nas ex-scuts, a situação está má e
qualquer centimo faz falta, esquizito (ou talvez não) é o facto das ocorrências
serem todas nas imediações de Boliqueime, se nos lembrarmos que há um natural
daquela terra a lixar-nos a todos, passemos ou não debaixo dos porticos, somos
levados a pensar que o mal está no chão.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Coisas de um louco?
"Será estranho que (os
norte-americanos) tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir o cancro e
ninguém o saiba até agora e se descubra isto em 50 anos, ou não sei
quantos"?"Os Estados Unidos realizaram 17 tipos de experiências em doentes mentais, prostitutas, prisioneiros e soldados guatemaltecos, por meio de inoculações que ocorreram na década de 1940, informou o vice-presidente da Guatemala, Rafael Espada. "Temos confirmados 17 tipos de projetos nas experiências com humanos realizados em nosso país", afirmou Espada em uma coletiva de imprensa.
"Os testes, aplicados para testar a recém-desenvolvida penicilina, foram levados a cabo nos anos 40, e forçaram o presidente Barack Obama a pedir desculpas ao país latino."
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Nunca me enganou

"Biografia revela que Nixon era gay e alcoólico"
"Richard Nixon, ex-presidente dos Estados Unidos da América, teve uma relação
homossexual, maltratava a mulher e era alcoólico." (JN/on-line)
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
已經知道普通話?
Claro que não sabe.
Ping Chow o presidente da Liga dos Chineses em Portugal
afirmou que os trabalhadores portugueses têm muito que aprender com os chineses,
eu acho que ele tem razão. Não conheço nenhum chinês gordo, vai fazer bem ao
orçamento do Serviço Nacional de Saúde, a obesidade é causa de muitos acidentes
cardiovasculares, com a ajuda do actual Governo os portugueses rapidamente se
acostumarão a viver com uma tigela de arroz por dia. O Chow é filho do dono do
primeiro restaurante chinês no Porto, conheço os dois, pai e filho, desde os
meus 10 anos, o Zé (pai) era desconfiado como todo o chinês mas risonho, o Jorge
(Chow/filho) se sorrir vê-se que é por favor, como diria o meu avô, "que o
pariu".
已經知道普通話?= Já sabe mandarim?
Se é jovem
deve aprender, e a fazer vénias também.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Boas contas faz o preto
Boas contas faz o preto
Era um óptimo empresário. Como Midas, em tudo que tocava dava milhões de lucro. Característica que se reflectia na produtividade familiar. Tinha contribuído com cinco filhos para a riqueza da nação.
“Fino como o alho”, as empresas sucediam-se, subordinadas ao seu lema de “Tempo é dinheiro” !
Muito disciplinado, ocupado em reuniões e em viagens, pouco tempo sobrava para conviver com os filhos, que ficavam ao cuidado da mãe, que os tratava com amor e carinho, porém , chegados à idade escolar eram “despachados” para os melhores colégios internos e, após o secundário, devido às boas notas (tinham a quem sair) iam para as melhores Universidades da Europa. Apesar, do pragmatismo da melhor da melhor educação para os filhos, a mãe cada vez mais sentia-se só, vendo no marido um ausente quase permanente, devido aos negócios. Os filhos, esses, só vinham casa nas férias grandes ou intercalares. Os anos foram passando. Os filhos formados. Os pais, estavam mais velhos e alquebrados, até que chegou a altura do nosso empresário entregar a gestão das empresas aos filhos, mantendo a titularidade das mesmas, recomendado sempre o: “TEMPO É DINHEIRO”.
Com o desgosto da morte súbita de sua mulher, o empresário sofreu grandes depressões, ficando, com comportamentos bipolares, até que uma queda o levou a uma cadeira de rodas numas das muitas visitas ao túmulo da mulher, onde ia muitas vezes, e no regresso, antes de sair do cemitério, gostava de conversar com o coveiro, que providenciava os arranjos florais no túmulo da família! Rodeado de empregadas e empregados, que lhe davam toda a assistência necessária, ia passando os dias, em sua casa, o melhor possível, atento aos relatórios apresentados pelos filhos sobre as empresas e ao sobe e desce das suas acções, mas as visitas, que recebia, eram só sobre negócios, porque não havia tempo a perder (lema que foi bem adotado pelos filhos) com a manutenção ou incremento dos afectos para com o pai. Um dos filhos, até sugeriu que a apresentação dos relatórios fosse por vídeo- conferência. Que não, dizia o velho, sentindo-se muito solitário, dizia "que não havia nada melhor que o contacto pessoal e olhar de frente, olhos nos olhos." Todavia, ia-se apercebendo do incremento da indiferença afectiva dos filhos para com ele, sem falar nas noras, que raramente o visitavam com os netos, porque o achavam muito “chatinho”!
Em cada visita que recebia, tentava falar sobre outros aspectos váriso da vida; sobre os netos, por exemplo, que raramente via, mas, quase sempre ouvia a frase “-Ó pai, tenho que embora e, como o pai diz tempo é dinheiro. Espera-me uma importante reunião para um negócio importante”. “Está bem meu filho Tu é que sabes ”, respondia o pai, já com mais de 90 anos! Aos seus ouvidos iam-lhe chegando rumores de progressivas desavenças entre os seus descendentes, porque vendo a fortuna que iriam herdar, já andavam a armadilhar esquemas para, cada um ficar com o melhor naco do património disponível. Uma das vezes, aquando duma visita do filho mais velho, notou que ele estava um pouco alterado.
-“Que foi?”, perguntou.
-“Nada, nada. Já passou”
Certo é que tivera uma discussão com o irmão mais novo. Nada foi mais preciso, para o empresário juntar dois mais dois e chegar à conclusão de que após sua morte as coisas iriam azedar e todos iriam ficara zangados. Resolveu arcar com todas as responsabilidades, chamar o Notário para fazer o seu seu testamento, mas com cláusulas especiais.
O Notário, habituado às mais estranhas disposições testamentárias, não estranhou que o testamento tivesse que ser lido em duas partes temporais distintas.
Se alguma dúvida tinha, ainda antes de fazer o testamento, o velho empresário ficou esclarecido, pois que, através dos empregados, que tinha à sua volta, sabia que os filhos achavam que o pai estava cada vez mais xé xé e faziam grande esforço para o aturar nas visitas.
Finalmente, aos 95 anos partiu para os grandes negócios no Além, deixando os de Aquém aos cuidados dos filhos, que chamados pelo Notário, para a audição do testamento, tomaram conhecimento de que um envelope seria entregue ao coveiro do cemitério, onde estava o jazigo de família e que ninguém seria deserdado, mas só passados 60 dias é que teriam conhecimento da parte do património a cada um atribuído!
Intrigados, lá comparecerem ao sexagésimo primeiro dia, perante o Notário, para saber, finalmente, das disposições finais. Ficaram surpreendidos ao serem convidados a entrar numa sala, onde um vídeo iria ser projetado. Não mais que um filme, feito pelo coveiro, que registou todas as idas dos filhos ao cemitério, para visitar as campas dos pais.
O filme abria com a legenda “TEMPO É DINHEIRO” .
O coveiro, conforme as instruções recebidas, mediante uma câmara oculta, tinha feito a cobertura imagética de todas as visitas dos filhos durante os sessenta dias!
Finalmente, preparados para ouvirem as quotas da fortuna a cada um atribuído, ficaram a saber que quem mais visitas fez aos pais e quem mais tempo esteve no cemitério, nesse período, ficariam com quarenta por cento da fortuna total a cada um, sendo os restantes vinte por cento divididos pelos outros três filho. Fiz este testamento, com esta cláusula especial, só para demonstrar, na prática, que “TEMPO É DINHEIRO”. Ganhou quem mais tempo investiu em nós”.
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo--Gondomar
(testemunha testamentário)
………………………………………………..xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx……………………………….
Autor: Silvino Taveira Machado Figueiredo
Gondomar
"Custos da requalificação do pavilhão Rosa Mota subiram para 25,5 milhões"
"Os custos da requalificação do pavilhão Rosa Mota, no Porto, passaram de 19 milhões de euros em 2009 para 25,57 milhões, revelam os instrumentos de gestão previsional da empresa municipal Porto Lazer, a que a Lusa teve acesso."
Desde a sua primeira candidatura à autarquia portuense Rui Rio sempre se auto-intitulou como político sério não escondendo, entretanto, que gosta de umas derrapagens.
Estou mesmo velho
Estou tão velho que a minha filha mais
nova já critica em mim aquilo que eu reprovo no meu pai, sou tão velho que que
me lembro de se dizer da China o mesmo que se diz hoje da Coreia do Norte e o
Carlos Abreu Amorim ( o baleia/monte de bosta) ainda não ter sido mandado
calar.Sou mesmo do tempo em que a maioria dos portugueses acreditava que Cavaco Silva era sério.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Assoai-vos a este guardanapo
Quando, a medo, algum moderador, chama a atenção aos economistas
entrevistados para os chorudos ordenados e mais subsídios e benesses atribuídos
aos políticos deste paupérrimo país, logo ouvimos a lengalenga do costume: Isso
é uma gota de água no oceano da nossa dívida pública e não contribuiria absolutamente
nada para equilibrar as finanças do país. Disseram-no há muito pouco tempo o catastrófico
Medina Carreira e o bem-humorado Miguel Belezas. Estas sábias opiniões conduzem
pacificamente o rebanho para o redil da conformação onde, no remanso da noite,
resolvem poupar mais no pão, no leite e nas batatas, para salvar o país do
afundanço final.
Quando oiço estas opiniões costumo pensar: Não resolveria mas
moralizaria com toda a certeza. Penso… apenas, mas não falo; pode estar alguém
a ouvir que logo responderá: - O que tu tens é inveja! O que, não me irritando,
porque sou um tipo cheio de santa paciência, me obriga a perder o meu rico
tempo com explicações que eu estou a ver sair pelo ouvido do outro lado.
Ná, o melhor mesmo é o exemplo figurado do que se passa a este nível
noutros países.
Estamos habituados a ver os políticos fazer comparações com o que se
passa noutros países, que escolhem cuidadosamente, para implementar medidas gravosas
sobre a populaça (como eu gosto deste termo!?). Ele foi sobre a despenalização
do aborto, sobre o alargamento da idade da reforma, sobre o preço da saúde, o
aumento do tempo de trabalho diário, a carga fiscal, etc., etc.
Penso que também tenho o direito d ir buscar um exemplo que os nossos
políticos não conhecem ou, conhecendo, escamoteiam, ignoram ou desvalorizam.
Não sentem uma pontinha de vergonha? Um piquinho dela que seja?
Desalmadas amebas!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Festas Felizes
Fazeis parte, mesmo contra vossa vontade, do meu rol de
simpatias, mas salvo uma ou outra excepção andais muito arredios deste ponto de
encontro.
Eu compreendo.
Como reformado, a minha compreensão para a vossa prolongada ausência eleva-se ao máximo expoente pelo que não tendes necessidade de a justificar com a aplicação e tempo que dedicais à vossa actividade profissional.
Não quero deixar passar esta data que podia ser mais festiva se o peso dos impostos e da inflação não nos tivessem subjugado tanto.
Eu compreendo.
Como reformado, a minha compreensão para a vossa prolongada ausência eleva-se ao máximo expoente pelo que não tendes necessidade de a justificar com a aplicação e tempo que dedicais à vossa actividade profissional.
Não quero deixar passar esta data que podia ser mais festiva se o peso dos impostos e da inflação não nos tivessem subjugado tanto.
Por isso aqui fica o meu grito guerra!
A.M.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
E o abismo ali tão perto!
A.M.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Europa; linha férrea com dois comboios.
Quando se aceita entrar para uma Associação é para cumprir seus estatutos e, dentro dela, democraticamente , participar na sua evolução, engrandecendo-a. Caso contrário, não cumprindo os Estatutos aprovados, só resta desistir de sócio ou ser expulso!
No caso da Europa, conceito geográfico que define uma área territorial com diversos povos nelas instalados, a evolução, impulsionada pela Revolução Industrial, levou ao reconhecimento mais assertivo do princípio de que a união faz a força. Daí estarmos num mundo actual em que tudo é global; seja o sistema financeiro, o industrial, o económico e, a quase livre circulação de pessoas entre os Estados.
As raízes da lenta aproximação dos povos europeus, teve origem nos interesses económicos dos seus seis primeiros fundadores, neste caso sobre a política comum do carvão e aço.
Constatando o benefício de tal união, a comunidade europeia foi-se alargando numa perspectiva de mútuos benefícios de desenvolvimento nas áreas económicas, embora não tanto na, cada vez mais desejada, parte política!
A defesa do interesse colectivo da Europa sobre o individualismo de cada país, nela integrado, precisa de se fortalecer para fazer face a outros gigantes territoriais e económicos, como a China, EUA, Índia, Rússia, Brasil, etc. Se as vantagens progressivas, até aqui verificadas, levaram à constituição da criação duma moeda única e as vantagens daí resultantes, torna-se necessário fortalecê-la corrigindo factores que evitem a sua fraqueza!
A evidência do mundo actual, em que tudo é global, mostra que as respostas devem ser globais, havendo cada vez menos lugares para interesses individuais, mas sim a tomada de medidas que a todos interessem minimamente sem beneficiar algum país, em particular, maximamente.
No caminho lento de maior unidade social económica e política, convergindo para um maior federalismo europeu, a actual crise do euro demonstrou que há muito a corrigir nos comportamentos político-económicos de alguns dos seus membros! O último acordo, de vinte e seis países, à excepção da Inglaterra, sobre a necessidade de maior disciplina sobre os orçamentos de cada Estado e a sua execução, mostrou que a Europa não quer perder a sua moeda única e a sua influência mundial.
Nem todos os países pertencem à EU, mas quem quiser entrar apanha um comboio, com características uniformes nas suas carruagens, enquanto que noutro comboio, que quer utilizar a mesma linha, composto por carruagens diferentes, ainda se discute sobre os horários e paragens nas estações, apeadeiros e quais as moedas a utilizar no bar!
Eu acho que, depois dumas noites bem dormidas, a Inglaterra acabará por entrar na moeda única e suas regras, porque sua economia imperial e sua libra tendem a reduzir sua influência perante o poder duma Europa cada vez mais unida! A união faz a força. Além do mais Inglaterra já conquistou uma grande vitória: os comboios andam pela esquerda, não só na Europa como em todo o mundo!
Não se pode ter tudo, e uma coisa é fazer comboios, outra é comportar-se dentro deles.
Não esquecer que os comboios têm chefes!
...........xxxxxxx.........
Autor: Silvino Figueiredo
Gondomar
domingo, 11 de dezembro de 2011
Minudências
A Universidade de Mindelo/Cabo Verde atribuiu ontem o doutoramento Honoris Causa a Adriano Moreira, Pedro Martins presidente da Associação Cabo-Verdiana de Ex-Presos-Políticos acusa o laureado de responsável pela reabertura do campo de concentração do Tarrafal em 1961 equanto Ministro do Ultramar.
“Mindelo, 9 Dez (Inforpress) - O político e professor, Adriano Moreira, considerou, hoje, falsa a ligação do seu nome a reabertura do Campo de Concentração do Tarrafal, durante o regime salazarista, alegando que o campo já não existia quando assumiu a pasta do Ultramar.”
Houve, ou não presos políticos no "Chão Bom" a partir de 1961?
BPN
O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros.
O meu amigo Bruxo de Fafe e o Muno Rogeiro dizem que a coisa andará lá perto mas nunca chegará aos 60.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Eles andam aí!
pompeu barros viseu, em missiva ao provedor do ouvinte criticava a forma de programação da “Antena 2” , normal, é no entanto defeituosa a forma como se auto-elogia e denigre quem não aprecia, não gosta, ou não percebe a chamada musica erudita/clássica.
O palhaço pompeu traz-me à memória os tempos, longínquos, passados em Lamego, tempos em que a presença permanente de uma agente da PSP nos obrigava a atravessar a rua para não passarmos junto à parede lateral da delegação do Banco de Portugal, época em que o simples facto de, após anoitecer, se conversar um pouco mais alto na via pública, era razão suficiente para se ser conduzido à esquadra e autuado em 80 escudos e cinquenta centavos, os famosos oitenta com uma coroa, nessa altura, antes do 25 de Abril de 1974, a população de Lamego vivia num mundo reaccionário onde tudo acontecia, atrasado, com uma diferença de pelo menos 30 anos em relação às outras cidades. Por exemplo, quem quisesse “abanar o capacete” numa discoteca tinha de ir ao Peso da Régua, a Vila Real, ou a Amarante porque em Lamego não havia, a igreja não permitia a sua abertura, a primeira abriu após Abril de 74 estava obrigada a encerrar às 24 horas enquanto às outras já era permitido funcionar até às duas da madrugada, havia no entanto alguém a quem eram permitidos todos os desmandos, aos militares que, mobilizados, no centro de operações especiais se preparavam para “embarcar” para a guerra no ultramar.
Recordo com saudade um desfile de finalistas do liceu que me fez, acompanhado do meu saudoso amigo Tó Zé Torres, ir parar à esquadra, desfilávamos vestidos de GNRs montados em burros de costas para a frente, mal chegamos à avenida armou-se uma confusão tal que o cortejo acabou com burros e cavaleiros todos detidos, as bestas foram reclamadas pelos donos, nós ficamos nos calabouços até de manhã, até à chegada do bom professor Torres que abriu os cordões à bolsa libertando-nos, não sem antes termos sido ameaçados e avisados que se repetíssemos a graça, ou outra acção do género, seriamos entregues a quem de direito, leia-se à Pide.
A brincadeira valeu-nos um dia de suspensão às aulas com permanência obrigatória na biblioteca do liceu além de um edital no átrio que relatava, de forma condenável, toda a nossa “aventura”, avisando os alunos que a repetição de actos semelhantes poderiam levar à expulsão do ensino oficial.
A nossa folgança tinha sido considerada tão grave que o “A Voz de Lamego”, jornal local (da igreja), que reportava todos os “peidinhos” dados na cidade e arredores, fez vista grossa ignorando o assunto.
Por incrível que pareça ainda hoje se sente, fortemente, a influencia da igreja na vida do concelho, muito mais que em Braga.
Voltando à (pompeu barros viseu) razão desta posta, é convicção minha que o provedor do ouvinte quis tão-somente exibir a mesquinhez da besta, humilhando-o ao dar tanta atenção ao caso.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Recolha de fundos.
Contribui tu também para a vinda a Portugal das activistas da FEMEN, é preciso protestar, de preferência no Porto.
fotos Denis Sinyakov/REUTERS
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















